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sábado, 26 de abril de 2014
Estética, propaganda e Utopia no Portugal do 25 de Abril
Vai esta noite para o ar na RTP2, pelas 22h, o documentário de Paulo Seabra, Estética, Propaganda e Utopia no Portugal do 25 de Abril. Tal como aconteceu com o VER BD, a série documental sobre a Banda Desenhada portuguesa que Seabra realizou com Pedro Vieira de Moura, também desta vez gravei um depoimento sobre a BD e o cartoon, antes e depois do 25 de Abril, juntando a minha voz à de (bem mais) ilustres entrevistados, como o historiador Fernando Rosas e os designers Jorge Silva e Henrique Cayatte, entre outros. Aqui fica então o trailler.
ACTUALIZAÇÃO - O documentário já está disponível no site da RTP e pode ser visto aqui
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quarta-feira, 25 de abril de 2012
A propósito do 25 de Abril
Mesmo que os tempos actuais nos façam pensar se valeu a pena ter feito a revoluçõ, a verdade é que continua a ser feríado. Um feríado que deve ser lembrado e comemorado. E, no que à Banda Desenhada diz respeito, a data é evocada através de várias iniciativas. Primeiro temos a reedição, numa versão colorida e actualizada, de O País dos Cágados, de Artur Correia e António Gomes de Almeida, uma divertida vocação, em tom de fábula, da história política de Portugal, desde o salazarismo até à chegada da Troika. O livro, lançado na Feira do Livro de Lisboa, no proprio dia 25 de Abril, terá uma apresentação no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, na Amadora, no próximo dia 15 de Maio.
Mas antes disso, também no CNBDI, integrada nas habituais sessões Às quintas falamos de BD, que se realizam todas as últimas quintas-feiras de cada mês, vai decorrer uma sessão com o tema Abril na BD, em que eu e o João Paulo Paiva Boléo vamos falar sobre o 25 de Abril na Banda Desenhada, com especial destaque para dois títulos recentes, Salazar de João Paulo Cotrim e Miguel Rocha e As Paredes têm Ouvidos, de Giorgio Fratinni.
Estará igualmente presente o cantor Manuel Freire, também ele apreciador de Banda Desenhada, que com a sua música criar a banda sonora ideal para esta evocação do 25 de Abril na BD. Se estiverem pelas redondezas, apareçam a partir das 21h. Eu lá estarei!
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terça-feira, 26 de abril de 2011
O Museu, 12 anos depois de Abril
Ao contrário do Parlamento português, não quis deixar passar em claro mais um aniversário do 25 de Abril de 1974. E, por isso, lembrei-me de recuperar aqui "O Museu", uma Banda Desenhada ilustrada pelo Miguel Rocha e escrita por mim e pelo João Ramalho Santos e que saiu em 1999 no jornal "Público", no âmbito de um projecto, coordenado pelo Nuno Saraiva, que a propósito dos 25 anos do 25 de Abril, publicou 25 BDs de autores portugueses, posteriormente expostas (de forma bastante discreta) na grande Exposição sobre os 25 anos do 25 de Abril, que esteve na Cordoaria Nacional.
Lembro-me que entrámos neste projecto à última da hora, a substituir o Filipe Abranches, mas foi uma história muito fácil de fazer e o único dos nossos projectos Abrileiros (além desta história, nesse ano de 1999 houve também a exposição "Uma Revolução Desenhada" e respectivo catálogo, feita com o João P. Boléo, para o Centro de Documentação 25 de Abril e a BD, "A Revolução Interior", editada pela Afrontamento, que o José Carlos Fernandes ilustrou) que não foi feito por mail. Neste caso, aproveitando uma curta vinda do João Ramalho, que na altura estava a morar nos EUA, a história foi escrita e planificada (podem ver uma página com a planificação das 3 primeiras tiras, que mostra bem o meu grande talento gráfico) numa noite, em minha casa, depois de um jantar bem regado.
O resto coube ao talento do Miguel Rocha, que desenhou uma bela história, integrando perfeitamente as imagens que lhe fornecemos, com os seus desenhos, a que a reprodução no jornal não faz obviamente justiça. Deixo-vos com a história e com a descrição feita pelo Miguel Rocha ao jornal Público, no dia em que saiu a 1ª tira: "A história desta BD, que nem é bem uma história, mas mais um percurso iconográfico através do fascismo e do periodo pós-revolucionário, foi construída pelos dois Joões. Eu só tive que ilustrar esse texto, criando uma linha narrativa que tem como fio condutor um personagem - o guarda do museu".
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