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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Gullerrmo Del Toro cria abertura para episódio dos Simpsons


Quase a chegar aos vinte e cinco anos de emissões, a série The Simpsons desta vez contou com um convidado especial, que dirigiu o genérico do tradicional episódio de Halloween deste ano, os clássicos Treehouse of Horror. Esse  convidado foi o cineasta mexicano Guillermo Del Toro, responsável pela transposição do Hellboy de Mike Mignola para o cinema e por filmes como o Labirinto do Fauno, que assim se junta a Bansky, Jon Kricfalusi (o criador de Ren and Stimpy), Seth Green e Bill Plympton, no restrito leque de criadores convidados para dirigir a sequência de abertura da série.

Se o episódio deste ano, o Treehouse of Horror XXIV só vai para o ar na semana do Halloween, a sequência de abertura já anda por aí na Net e está cheio de referências aos filmes e à literatura de terror em geral, como nesta imagem onde aparecem Edgar Alan Poe, Ray Bradbury e Richard Matheson, e à obra do próprio Del Toro em particular. Aqui fica então o divertido vídeo



E depois disso,  podem conferir aqui quais as referências e homenagens que detectaram e quais deixaram escapar...

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Vida de Oesterheld dá série de televisão


Se há vidas que dão um filme, a vida (e a morte) de Hector Germán Oesterheld, um dos melhores argumentistas de Banda Desenhada de todos os tempos, daria, como deu, uma série de televisão. O argumentista argentino, criador do Eternauta, Mort Cinder, ou Sargento Kirk, foi uma das inúmeras vítimas da ditadura argentina, tendo engrossado em 1977 a lista dos "desaparecidos". Verdadeiro herói nacional na Argentina, pela qualidade e impacto das suas histórias e pela sua morte trágica, Oesterheld vê os últimos anos da sua vida, em que trabalhou para a editorial Columba e escreveu a segunda parte de El Eternauta na clandestinidade, transformados numa série televisiva de 13 episódios. German, últimas Viñetas, assim se chama a série, começou a ser exibida na televisão pública argentina no dia 30 de Abril, ao ritmo de episódios semanais.



Com argumento de Luciano Saracino e realização de Cristian Bernard, Flavio Nardini e Federico Sosa, a série conta com uma poderosa interpretação de Miguel Angel Solá, como Oesterheld, que compensa as escassas semelhanças físicas com o argumentista argentino. Misturando factos reais com a própria obra de Oesterheld, a série mescla a vida e a obra de Oesterheld, com alguns alguns dos seus personagens a entrarem na acção, num toque de realismo mágico, tipicamente sul-americano. É o caso de Ernie Pike, o correspondente de guerra que criou para Hugo Pratt e que na imagem aqui vemos, aparece sentado a conversar com H.G.O. nas bancadas do Estádio do River Plate, cenário de uma das cenas mais marcantes do primeiro Eternauta. Embora a série ainda esteja em curso de exibição, já é possível ver os primeiros episódios no You Tube e, melhor do que isso, a própria televisão argentina criou um site onde é possível ver os episódios com melhor qualidade. Aqui vos deixo com um teaser para esta bela homenagem ao maior argumentista argentino de todos os tempos.




quinta-feira, 25 de outubro de 2012

The Walking Dead: do 3º volume à 3ª temporada


Antecipando a estreia na televisão nacional da terceira temporada da série televisiva “The Walking Dead”, que o Canal Fox começou a exibir na passada quarta-feira, a Devir lançou no final do Verão o terceiro volume da edição portuguesa da Banda Desenhada que deu origem à série, em que o grupo de sobreviventes, liderado por Rick, encontra numa velha prisão um refúgio (aparentemente) seguro. Mas a verdade é que a prisão, para além dos zombies, encerra outros perigos, que vão causar danos no grupo de sobreviventes.
Grande sucesso nos EUA, que a série televisiva tem ajudado a potenciar, a Banda Desenhada criada por Robert Kirkman e Tony Moore (substituído com vantagem ao fim do primeiro arco de histórias por Charlie Adlard) tem batido vários recordes de vendas, com o nº 100 da revista mensal a ser o comic mais vendido deste século, com perto de 300 mil cópias, número só possível graças às várias capas alternativas. A este estrondoso sucesso, ainda para mais, para uma série a preto e branco, não será alheio o carácter absolutamente viciante da história de um grupo de sobreviventes no meio de um mundo virado do avesso por uma infecção que transformou a maioria da população em zombies.
Em Portugal, o ritmo pouco sustentado com que a Devir tem editado a série, a uma média de um volume por ano, não ajuda a fidelizar os leitores, que têm os 16 volumes (para já) da edição americana, facilmente disponíveis para quem saiba inglês. Por isso, quem depois de ver a série quiser saber o que acontece a seguir, não tem a possibilidade de o fazer com recurso à edição portuguesa, que andando a par da série televisiva, acaba por estar atrasada, pois a série da AMC antecipa acontecimentos e personagens, como Michone e o Governador, um dos mais carismáticos vilões da BD dos últimos anos, que na BD só aparecem respectivamente, no 4º e 5º volume da série. Tirando esta ressalva, mais editorial do que de conteúdo, “The Walking Dead” é uma série a não perder, tanto na BD, como na TV.
(“The Walking Dead, Vol. 3: Segurança na Prisão”, Devir, 136 pags, 14,99 €)
Texto publicado no Diário As Beiras de 19 de Outubro de 2012

quinta-feira, 29 de março de 2012

The Walking Dead: Michone na série de TV e na Playboy

A 2ª temporada da versão televisiva de The Walking Dead, cuja exibição terminou há pouco, depois de um início bastante lento, onde basicamente não aconteceu nada de relevante, teve um final bastante mais movimentado, com dois grandes momentos que abrem caminho para a terceira temporada: uma primeira visão da prisão onde se vai desenrolar a terceira temporada e a chegada à série de Michone, uma das mais carismáticas e populares personagens da BD criada por Robert Kirkman.
Uma negra armada de uma katana (a espada dos samurais) que maneja com uma precisão mortífera, Michone parece inspirada na Elektra de Frank Miller e aparece pela primeira vez na série de BD no nº 19, recolhido no 4º volume da edição encadernada, de katana na mão e com dois zombies sem braços e queixada, levados pela trela. Um momento que a série de televisão reproduz de forma rigorosa, embora antecipando-o em termos de história, com a particularidade de não vermos as feições de Michone sob o capuz, pois a actriz Danai Gurira, que a vai interpretar na série ainda não tinha sido escolhida quando a cena foi filmada.
Coincidindo com a chegada dela à série televisiva, a revista Playboy americana publicou no seu número de Abril, uma história curta de seis páginas, escrita por Robert Kirkman e desenhada por Charlie Adlard que mostra a origem de Michone, episódio inédito, apenas evocado na BD. São essas páginas, que, como era previsível, já circulam pela Internet, que aqui vos deixo.






terça-feira, 11 de outubro de 2011

Está quase a chegar!


É já no dia 18 que estreia na Fox, também em Portugal, a segunda temporada da série The Walking Dead, só dois dias depois de estrear nos EUA, no canal por cabo AMC. Até lá, aqui fica um trailler, que tem como banda sonora um excelente tema do Johny Cash. Uma mistura perfeita!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

The Walking Dead


Apesar da febre dos vampiros provocada pela série Twilight e que até chegou às televisões nacionais, dando origem a telenovelas juvenis com vampiros (!?) os zombies são outra criatura fantástica que também tem conhecido um certo ressurgimento público recente, visível em filmes como "Zombieland" e em livros como "Pride and Predjudice and Zombies", em que Seth Grahame-Smith pega no texto clássico de Jane Austen e acrescenta-lhe zombies e cenas gore. Mas é na Banda Desenhada (BD) que o regresso dos zombies se mais tem feito notar, através de séries como "Marvel Zombies", "Victorian Undead" (em que Sherlock Holmes enfrenta zombies na Londres vitoriana), "Z.M.D., Zombies of Mass Destruction" e a mais recente "I, Zombie", da Vertigo, o ramo adulto da DC Comics, que albergou títulos como o Sandman, de Neil Gaiman.

Mas a mais interessante série de zombies em BD e a que maior sucesso tem conhecido ao longo dos últimos anos é, sem dúvida "The Walking Dead", de Robert Kirkman, Tonny Moore e Charles Adlard. Publicada mensalmente pela editora Image desde 2003, Walking Dead tem quase 80 números publicados, a maioria já reunidos nos 12 trade paperbacks (volumes encadernados que recolhem 6 números cada) actualmente disponíveis. Escrita por Robert Kirkman, argumentista responsável por séries como "The Battle Pope", "Invincible" e "Astounding Wolf-Man", "The Walking Dead" é uma série a preto e branco, com desenhos de Tonny Moore nos 6 primeiros números e a partir do nº 7, do inglês Charlie Adlard, com Clif Rathburn a assegurar as tramas e os cinzentos, para além das cores das capas.
O protagonista da série é Rick Grimes, um polícia de uma cidadezinha do Kentucky que, depois de ter sido baleado, entra em coma, despertando algum tempo depois numa cama de hospital, para descobrir que foi abandonado à sua sorte, num hospital pejado de zombies famintos. O ponto de vista do leitor é o mesmo de Rick, que nunca chega a saber o que motivou o aparecimento dos zombies, ou até que ponto se trata de um problema que afecta apenas os Estados Unidos, ou se se trata de uma pandemia a nível mundial.

Depois de vaguear pela cidade infestada de zombies, Rick encontra Glenn, um jovem batedor ao serviço de um grupo de sobreviventes, onde estão a mulher e o filho de Rick, que tinham abandonado a cidade para irem para Atlanta, local recomendado como seguro pelas autoridades, numa fase inicial da epidemia, em que se pensava que a mesma podia ser contida.
A dinâmica desse grupo de sobreviventes, e a forma como a personalidade dos seus membros vai evoluindo face a uma realidade hostil e dramática, acaba por ser o fulcro da série, que pega num grupo de pessoas normais sujeitas a circunstâncias excepcionais e analisa as suas reacções num mundo em que confortos como a televisão, telemóveis, ou Internet são apenas recordações. Ou seja, na prática, The Walking Dead (TWD) começa no momento em que os filmes de zombies costumam terminar, mas é esse mesmo o objectivo de Kirkman, que declarou numa entrevista: “Para mim, a pior parte dos filmes de zombies é o fim. Sempre quis saber o que acontece a seguir. Mesmo quando todas as personagens morrem no fim… gostava que o filme continuasse. (…) A ideia em Walking Dead é continuar a acompanhar as personagens, neste caso, Rick Grimes, enquanto for humanamente possível. Quero que The Walking Dead seja a crónica de vários anos da vida de Rick. NUNCA nos questionaremos sobre o aconteceu a Rick a seguir, pois vamos assistir a esses acontecimentos. The Walking Dead vai ser o filme de zombies que não tem fim. Bem… pelo menos, não nos tempos mais próximos.”

Apesar da constante presença ameaçadora dos zombies (que nunca são tratados por esse nome ao longo da série), que provocam várias baixas no grupo, a que se vão juntando novas personagens que vão encontrando pelo caminho, a maior ameaça acaba sempre por vir do próprio homem, disposto a tudo para sobreviver e liberto de quaisquer restrições legais e morais. O próprio Rick que, como polícia, é alguém habituado a respeitar e a fazer cumprir a lei, acaba por fazer coisas que vão contra tudo o que acreditava, quando está em causa a sobrevivência dos que lhe são próximos.
Série de grande violência, que nunca é gratuita, mesmo que por vezes ultrapasse quase os limites do suportável, TWD alterna as cenas de acção, com os momentos mais introspectivos, alternâncias de ritmo estudadas por Kirkman de forma a aumentar o impacto das sequências de maior dramatismo. O leitor de TWD já sabe que a calma precede sempre a tempestade e que, com a excepção de Rick, qualquer um dos outros personagens pode morrer na página seguinte.

Ao longo dos sete anos que a série já leva de publicação, o grupo de sobreviventes viu morrer muitos dos seus membros e ganhou outros, como Michone, uma negra que maneja uma espada samurai com perícia mortal e que rapidamente se tornou das mais carismáticas personagens da série. Além disso, no seu deambular pelas estradas da América, em busca de um lugar seguro onde viver em paz, sucedem-se os encontros com outros sobreviventes, que por vezes se revelam um perigo bem maior do que os próprios zombies. Sem nunca conseguir encontrar uma “terra prometida” onde possa viver em paz, o grupo de sobreviventes parece condenado a errar eternamente numa América devastada, o que deixa a dúvida se o título da série, “The Walking Dead”, se refere aos zombies, ou ao grupo de sobreviventes liderados por Rick Grimes.

O sucesso crescente da série que, ano após ano, continua a ganhar novos leitores e a esgotar sucessivas reedições, despertou o interesse de Hollywood e TWD tornou-se também uma série de televisão, produzida pela AMC, canal responsável pela premiada série Mad Men. Depois de ter anunciado a produção de um episódio piloto, escrito e dirigido pelo realizador Frank Darabont, responsável por filmes como The Shawshank Redemption, ou The Green Mile, o Estúdio decidiu avançar para uma primeira série de seis episódios, que tem tido excelentes audiências, confirmando as grandes expectativas que a AMC tem para a série. Expectativas partilhadas pela Fox, que adquiriu os direitos de distribuição fora dos EUA e que começou a exibir a série a nível mundial, dois dias apenas após a estreia nos EUA, estando a passar também no cabo em Portugal, no canal principal da Fox.
Kirkman, que é produtor executivo da série da AMC, prometeu uma série televisiva “110% fiel à BD em termos de espírito e ambiente”, mas que nunca será uma transposição, quadrado a quadrado da Banda Desenhada. E os episódios já exibidos até agora (o 4º episódio, escrito por Kirkman, passou ontem nos EUA e vai ser emitido pela Fox em Portugal na terça-feira, 23 de Novembro) mostram que Kirkman tem razão. Para além de algumas alterações menores em termos da sequência dos acontecimentos, surgem personagens novas, como Merle (que aparece na última imagem deste post) e Daryl, os dois irmãos “redneck”, que estão assumir grande destaque. Alternando uma boa caracterização psicológica das personagens, servidas por bons actores (o inglês Andrew Lincoln, que faz de Rick Grimes, é excelente), com muita acção e excelentes efeitos especiais a cargo de Greg Nicotero, a série está a ser um grande sucesso tanto de crítica, como de audiências, estando já assegurada uma segunda temporada, desta vez, de 13 episódios.

Quanto a Robert Kirkman, apesar do seu grande envolvimento na série, como produtor executivo e argumentista, soube resistir ao “canto de sereia” de Hollywood, continuando a ter na Banda Desenhada a sua grande prioridade, para felicidade dos milhões de leitores em todo o mundo, incluindo Portugal, onde a Devir acabou de lançar o primeiro volume, que seguem religiosamente The Walking Dead, tanto na BD, como agora, na TV.
Este texto tem por base os artigos publicados no nº 8 da revista "Bang" e no "Diário As Beiras" de 30/10/2010, com uma actualização a propósito da série de televisão.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Walking Dead - O Trailler da Série de TV já está online



"Walking Dead", a viciante série de zombies criada por Robert Kirkman para a Image, está prestes a chegar ao pequeno ecrã numa série de televisão realizada por Frank Darabont para a AMC, estúdio responsável pela premiada série "Mad Men". A primeira temporada, de 6 episódios de 1 hora, tem estreia anunciada para 31 de Outubro, não por acaso, a noite de Halloween... O trailler de 4 minutos exibido na última San Diego Comic Con está finalmente disponível na net, numa versão decente. A que aqui reproduzo foi retirada do excelente site brasileiro Omelete. Voltarei a falar de "Walking Dead" mais em pormenor quando a série de TV se estrear, ou caso a anunciada edição portuguesa da Devir se confirme. Até lá, let's look at the trailla!
ACTUALIZAÇÃO - A Fox Internacional Channels fez um acordo global de distribuição com a AMC para exibir a série fora dos EUA e Canadá, anunciando a estreia mundial da série "Walking Dead" nos canais internacionais da Fox uma semana depois da estreia nos EUA. Ou seja, à semelhança do que aconteceu com a última temporada de "Lost", também em Portugal vamos poder ver a série "Walking Dead" apenas com uma semana de atraso para a exibição nos EUA.

domingo, 27 de dezembro de 2009

24: Jack Bauer interroga o Pai Natal



Descobri esta paródia à série 24, muito apropriada a esta época do ano, no You Tube. Não sei que foi o autor da montagem , mas fez um bom trabalho! Divirtam-se e matem saudades do Jack Bauer até chegar a próxima temporada do 24.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

LOST, quase a regressar



Já saiu o primeiro teaser da última temporada. Vamos a ver se o final da série vai conseguir estar à altura das expectativas criadas...