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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Dylan Dog regressa a Portugal em dose dupla


Depois do lançamento no Coimbra BD, na presença do autor Fábio Celoni, chegou finalmente esta quarta-feira às bancas O Velho que Lê, primeiro volume de uma Colecção regular dedicada a Dylan Dog, o herói de culto criado por Tiziano Sclavi. Infelizmente, ao contrário do que estava previsto, na quarta-feira anterior já tinha sido distribuído Até que a Morte vos Separe, o segundo volume desta colecção, cujo lançamento oficial vai ter lugar apenas no último fim-de-semana de Abril, nas Jornadas do Clube Tex Portugal, na presença do desenhador Bruno Brindisi e cuja distribuição em bancas estava prevista apenas para a segunda semana de Maio.
Ou seja, os nossos planos originais de distribuir O Velho que Lê na segunda semana de Março, logo após ao seu lançamento no Coimbra BD e Até que A Morte vos Separe dois meses depois, foram irremediavelmente alterados, primeiro por um atraso na gráfica, que só conseguiu entregar menos de 100 exemplares de cada volume a tempo do Coimbra BD e depois por um erro da VASP que distribuiu o volume 2 antes do volume 1...
A razão porque vos estou a contar estes pormenores, é porque, mesmo tendo traduzido e prefaciado a maioria das anteriores edições nacionais do detective do pesadelo, publicada pela Levoir, estas edições da G Floy que inauguram a nova Colecção Aleph, dedicada à BD europeia, têm para mim um significado especial, pois é um projecto em que, tanto eu, como o José de Freitas e o Mário João Marques, que traduziu O Velho que Lê, investimos pessoalmente a vários níveis.
A escolha de uma história do Fábio Celoni para abrir a Colecção prendeu-se com a possibilidade de o podermos ter presente para o lançamento, o que é sempre útil em termos de divulgação e de vendas, mas a qualidade do trabalho de Celoni, um dos raros desenhadores de Dylan Dog que escreve as histórias que desenha, faziam com que ele estivesse na short-list dos autores a publicar. Uma lista onde estão também obviamente Corrado Roi, Giampiero Casertano, Angelo Stano e Giovanni Freghieri.
Tivemos a sorte de, além de um grande autor, o Fábio Celoni ser também uma pessoa adorável, de quem podemos dizer que ficámos amigos. Com um traço barroco, em que são visíveis as influências de Alberto Breccia (vejam-se as semelhanças fisionómicas entre  Ozra, o velho que dá nome ao livro e Ezra Wiston, o narrador de Mort Cinder de Breccia e Oesterheld) Celoni constrói uma belíssima  história sobre o amor à literatura e o drama da solidão na terceira idade, onde não faltam referências a clássicos literários como Moby Dick, O Feiticeiro de Oz, ou  Alice no País das Maravilhas, na melhor tradição do próprio Tiziano Sclavi, que nunca se coibiu de encher as suas histórias de referências, sejam literárias ou cinematográficas.
O mesmo Sclavi que assina a par com o desenhador Angelo Stano, a  história que completa este volume, A Pequena Biblioteca de Babel, um pequeno divertimento borgesiano de apenas 16 páginas, tão simples quanto genial, sobre os estranhos acontecimentos que afectam uma pequena aldeia na Cornualha, onde Dylan Dog se encontrava de férias com uma amiga.
Se O Velho que Lê é uma historia em que o fantástico está presente, já Até que a Morte vos Separe é uma história em que os elementos fantásticos estão praticamente ausentes, podendo os poucos que existem ter uma explicação científica, ou não passarem de um sonho de Dylan. Uma característica comum a outra grande história de Dylan Dog, Johnny Freak, assinada pelos mesmos autores - Mauro Marcheselli na ideia original e Tiziano Sclavi no desenvolvimento - que assinaram também outra das minhas histórias preferidas do investigador do pesadelo, Un Lungo Addio, que espero ter oportunidade de publicar em Portugal.
Episódio especial, publicado por ocasião do décimo aniversário da série, Até que a Morte vos Separe é uma história de amor trágico (como são as melhores histórias de amor) que nos desvenda um pouco do passado de Dylan Dog, enquanto era agente da Scotland Yard, ilustrada por Bruno Brindisi, no seu estilo extraordinariamente legível e eficaz, de uma elegância insuperável. Publicada originalmente a cores, optámos por publicá-la a preto e branco, não só por razões económicas, mas também por acharmos que o preto e branco permite apreciar melhor o traço de Brindisi.
Dois livros com características bem diferentes, mas de grande qualidade, que dão bem ideia da diversidade da série Dylan Dog, um clássico de culto italiano, que, aos poucos, começa ter a devida divulgação em Portugal.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Um Punhado de Imagens do Coimbra BD 2019

Uma semana após o final do evento, aqui vos deixo um punhado de imagens desta quarta edição do Coimbra BD, um Festival que, apesar das limitações de orçamento e de espaço, tem sabido crescer paulatinamente e atrair cada vez mais público. Publico esse quem pelo que ouvi e  tenho lido, saiu satisfeito. Para isso muito contribuíram os convidados, tantos os portugueses como os estrangeiros. Desde a mostra colectiva dedicada às Mulheres na BD Contemporânea Nacional, à mostra de Daniel Henriques, que não pôde estar presente mas foi (bem) substituído por Jorge Coelho,  e do livro Segredos de Loulé, até à revelação de Fábio Veras, cujo trabalho surpreendeu os autores estrangeiros presentes.
Falando dos estrangeiros, Etienne Schréder, que expôs pela terceira vez em Coimbra, confirmou a sua ligação à nossa cidade, enquanto Fabio Celoni, depois de uma passagem relâmpago pelo Festival de Beja em 2018, confirmou em Coimbra toda a sua enorme simpatia, ao nível do seu imenso talento. Em conversa com amigos, comentámos que temos tido imensa sorte com os convidados estrangeiros do Coimbra BD e este ano não foi excepção. 
Também em termos comerciais, o Coimbra BD correu muito bem, pois havia novidades editoriais ligadas às exposições e, quem descobria o trabalho dos autores nas exposições, podia comprar os livros deles na área comercial. Algo lógico, mas que, por exemplo nas últimas edições do Amadora BD não tem acontecido...
Outro evento bem sucedido, foi a participação do Salão 40, com a sempre concorrida sessão de desenho ao vivo com modelo ao vivo, a que este ano se juntou uma pequena, mas bem conseguida exposição de trabalhos realizados noutras actividades do Salão. Finalmente, outro momento alto foi a sessão de cinema, com as curtas-metragens realizadas por Filipe Melo e Paulo Monteiro, a que se seguiu uma interessante conversa, moderada por Bruno Caetano. Também as conversas, este ano em menor número para não sobrecarregar o programa, foram bastante concorridas
Uma das novidades desta edição foi a extensão do MOTELX, integrada no Coimbra BD, mas num local diferente, o Convento de São Francisco, o que dificultou a vida a quem quis acompanhar as actividades nos dois espaços... Vamos a ver se em futuras edições, esta sobreposição se mantém, ou se o MOTELX Coimbra ganha um calendário autónomo.
Das diversas referências que li ao Coimbra BD 2019, a mais certeira foi a do Pedro Cleto no seu blog, que podem ler aqui. Mas antes disso, vejam algumas fotografias da Sónia Lopes, a nossa assistente de produção, tirou neste Coimbra BD.
 


Imagens da zona comercial

As concorridas sessões de autógrafos
As exposições
Outros momentos do Coimbra BD

domingo, 22 de abril de 2018

Conversa com André Diniz sobre a BD no Brasil


Em Março do ano passado, por ocasião da segunda edição do Coimbra BD, onde teve uma exposição, o premiado autor brasileiro André Diniz passou por Coimbra e, além das actividades inerentes à mostra, participou também numa conversa na Faculdade de Letras, promovida pelo Instituto de Estudos Brasileiros, que tive a honra (e o prazer) de moderar, a convite do Professor Osvaldo Silvestre. Uma conversa/entrevista de quase uma hora, em que falamos sobre a Banda Desenhada (ou quadrinhos) no Brasil, detendo-nos mais no trabalho do André Diniz e, em especial, no Moro da Favela e em O Idiota, dois títulos que estavam em destaque na exposição que o Coimbra BD lhe dedico. Finalmente, mais de um ano depois, o vídeo dessa conversa está disponível na página do Instituto e também aqui, para os visitantes mais corajosos, que tiverem paciência para ouvir dois amigos a falar sobre Banda Desenhada durante quase uma hora...

quarta-feira, 14 de março de 2018

Um Punhado de Imagens do Coimbra BD

Como dizia o Chico, "foi bonita a festa, pá!" E no caso deste terceiro Coimbra BD, isso é mesmo verdade! Embora o tempo não tivesse ajudado, o público acorreu em bom número e, sobretudo, era um público interessado, que esgotou as novidades dos autores presentes. Foram uns dias cansativos, mas muito agradáveis, também pela simpatia dos convidados estrangeiros, Walter Venturi e R. M. Guéra, e portugueses, André Lima Araújo, Ricardo Venâncio, Manuel Morgado e Filipe Faria.
Aqui vos deixo com um punhado de fotografias, tiradas pela Sónia Lopes, a melhor assistente de produção que já tive.
       André Lima Araújo, Manuel Morgado e a mochila do Filipe Faria
                                           Alguns dos cosplayers presentes
                            A exposição dedicada a Arcindo Madeira
                                     Público a assistir a uma das tertúlias
                                        À conversa com os autores portugueses
                                           As animadas sessões de autógrafos
                                          Os cosplayers também compram BD
  Venturi e Guéra junto a uma das vitrinas com a colecção de José Carlos Francisco
                                   W. Venturi e r.m. Guéra dando autógrafos
                               Venturi, Guéra e J. C. Francisco
                                  A tertúlia de homenagem a Fernando Relvas
                                    Visita guiada à exposição de rm Guéra
                                         Vista da zona comercial
                           Autógrafo de rm Guéra no meu Scalped 1
                                           O descanso dos guerreiros

sábado, 3 de março de 2018

Coimbra BD 2018 - O programa Completo


Está finalmente disponível o programa completo da terceira edição do Coimbra BD. Uma iniciativa da Câmara Municipal de Coimbra, com produção e programação minha e do Bruno Caetano (Comic Heart). Um trabalho que foi um prazer e uma honra, até porque, desta vez, foram-nos dadas um pouco  mais de condições para programar uma Mostra mais ambiciosa. Lá vos espero pela Casa Municipal da Cultura a partir de quinta-feira.



PROGRAMA OFICIAL - COIMBRA BD 2018

8 de março (5ª) 
11h00 - Abertura
14h30 - Apresentação do projeto SAPATA PRESS – Casa da Esquina (Sala Francisco Sá de Miranda)
15h30 - Oficina criativa Mulher de Borracha – Casa da Esquina (Sala Francisco Sá de Miranda)
21h00 - Jogos tabuleiro (Sala Francisco Sá de Miranda)

9 de março (6ª)
19h00 - Visita guiada à exposição 70 anos de Tex, com José Carlos Francisco e Walter Venturi

21h00 - Curtas-metragens de terror premiadas no Festival de Cinema MoteLx apresentadas por Pedro Souto e João Monteiro, da direcção do Festival (Sala Silva Dias) – duração 67 min:
       - “A tua Plateia”, de Óscar Faria, (9 min).
- "Palhaços" de Pedro Crispim (15 min) - Menção especial Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa 2016
- “Depois do Silêncio" de Guilherme Daniel (15 min) - Menção especial Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa 2017
- “Andlit” de João Figueira (5 min)
- “Sangue Frio”, de Patrick Mendes (15 min)
- Papá Wrestling, de Fernando Alle (9 min) – Prémio especial MoteLX 2009.

10 de março (sábado)
11h00 – “Filminhos Infantis à solta pelo país”, Sessão de curtas-metragens de animação para a família: Programação Zero em Comportamento (Sala Silva Dias):
- “Maestro”, de Geza M. Toth (Hungria),
- “O Coelho e o Veado”, Péter Vácz ( Hungria),
- “Foxy e Meggy” - André Letria (Portugal)
- “As Aventuras de Miriam: As Cores”,  Girlin-Bassovskaja (Estónia)
- “Mancha e Manchinhas: Perdidos”, Uzi Geffenblad e Lotta Geffenblad (Suécia)
- “Big Buck Bunny”, Sacha Goedegebure ( Holanda)
- “Rumores”, Frits Standaert (Bélgica/ França)

11h00/13h00 – Workshop: “Uma sequência de imagens”, com Carlos Correia (duas sessões de duas horas sobre imagem sequencial através do uso de brinquedos ópticos –– mediante inscrição presencial) (Sala Francisco Sá de Miranda)
14h00/15h00 – Emissão em directo do programa “Conta-me!”, da Rádio Universidade de Coimbra, com Sandra Tavares e Cátia Soares (Biblioteca Municipal)
15h00/15h30m – Tertúlia: Coleccionar originais de BD: Negócio, ou Paixão?, com João Antunes, Margarida Mesquita, Bruno Caetano (Biblioteca Municipal)
15h30/16h00 – Painel: Apresentação dos livros Dragomante, com Manuel Morgado e Filipe Faria e Man Plus, com André Lima Araújo (Biblioteca Municipal)
16h00/18h00 - Sessões de autógrafos dos artistas convidados r.m. Guéra, Walter Venturi, André Lima Araújo, Manuel Morgado, Filipe Faria, André Diniz e Ricardo Venâncio (átrio da Casa Municipal da Cultura)
17h00 - Desfile e concurso de Cosplay (Sala Silva Dias)
17h00 /18h00 - Tertúlia sobre edição: presença dos editores Nuno Catarino (Goody), Mário Freitas (Kingpin), Rui Brito (Polvo) e José de Freitas (G Floy) (Biblioteca Municipal)
18h30 – Sessão de desenho com modelo ao vivo: Salão 40 (Sala Francisco Sá de Miranda)
18h00/18h30 - Tertúlia de homenagem a Fernando Relvas: Com Nina Govedarica, Margarida Mesquita e João Queirós (Biblioteca Municipal)
18h30/19h00 – Painel: 70 Anos de Tex, com José Carlos Francisco e Mário João Marques (Biblioteca Municipal)

21h00 – Curtas-metragens de terror premiadas no MoteLx (Sala Silva Dias) – duração 65 min.
- “Nico – A Revolta”, de Paulo Araújo (8 min) - Selecção oficial Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa 2013
- "Mãe Querida" de João Silva Santos (14 min)  - Selecção oficial Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa 2017
- "Post-Mortem" de Belmiro Ribeiro (14 min) - Vencedor Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa 2016
- “Miss Mishima” de Pedro Rocha (14 min) - Selecção oficial Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa 2011
- “Maria”, de Joana Viegas (15 min) - - Selecção oficial Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa 2014
21h00 - Jogos tabuleiro (Sala Francisco Sá de Miranda)

11 de março (domingo)
11h00 - Filminhos Infantis à solta pelo país, Sessão de curtas-metragens de animação para a família – Programação Zero em Comportamento (Sala Silva Dias)
- “A Janela”, Camille Müller (França)
- “Os Tumblies”, Patrick Raats,  (Holanda)
- “Jonas e o Mar”, Marlies Van der Wel, (Holanda)
- “O Rapaz Bolota”, Dace Riduze, (Letónia)
- “Os porcos-Espinhos e a Cidade” Evalds Lacis, (Letónia)
- “Mancha e Manchinhas: Sapatos Mágicos”, Uzi Geffenblad e Lotta Geffenblad (Suécia)
- “Fábulas Delirantes 2”, Fabrice Luang Vija, (França/ Bélgica)

11h00/13h00 - Workshop Uma sequência de imagens, por Carlos Correia (duas sessões de duas horas sobre imagem sequencial através do uso de brinquedos ópticos –– mediante inscrição presencial) (Sala Francisco Sá de Miranda)
15h00/15h30 - Podcast Geek do Olimpo. Programa para o canal YouTube sobre BD e cultura geek, com Miguel Jorge e convidados (Biblioteca Municipal)
15h30/16h00 – Visita guiada à exposição de r.m. Guéra feita pelo autor.
16h00/18h00 - Sessões de autógrafos dos artistas convidados Walter Venturi, R. M. Guéra, Ricardo Venâncio, Manuel Morgado e Filipe Faria (entrada da Casa Municipal da Cultura?)

Atividades permanentes
Venda BD, ilustração e merchandising
Com as editoras e lojas Apocryphus, Arena Porto, Arte de Autor, BD Mania, Bicho Carpinteiro, Bruaá Editora, CLC Portugal, Comic Heart, Devir, G Floy, Goody, Ink Tshirt Store, JAN KEN PON, Kingpin Books, Levoir, Livraria Dr. Kartoon, Mini-Orfeu, Polvo

Exposições:
- Walter Venturi: um mestre dos fumetti - Desenhador italiano que tem trabalhado nas séries Tex e Zagor, da editora Bonelli, e é autor da novela gráfica Il Grande Belzoni (dedicada à vida do grande egiptólogo Giovanni Battista Belzoni, que foi um dos responsáveis pela descoberta de Abu Simbel e o primeiro homem a entrar na segunda pirâmide de Gizé) Walter Venturi vai estar pela primeira vez em Portugal com exposição própria, para além de ter trabalhos seus integrados na exposição dedicada aos 70 Anos de Tex.
- r.m. Guéra. Um autor sérvio no mercado internacional – Com trabalhos publicados nos principais mercados internacionais, desde os Estados Unidos, onde publicou nas editoras DC, Vertigo, Marvel e Image, até França (Glenat e Delcourt), passando por Itália, para onde está a desenhar um álbum especial do cowboy Tex, o sérvio Rajko Miloševic-Gera é um dos nomes maiores da BD realista internacional, que permanecia inédito em Portugal. Lacuna que será colmatada pela edição do livro The Goddamned (Os Malditos) que será lançado no Coimbra BD, com a presença do autor e o apoio da editora, G Floy.
70 Anos de Tex: A colecção de José Carlos Francisco – Um português, residente perto de Coimbra (Anadia) é proprietário da mais importante colecção de desenhos originais ligados à personagem Tex, o mais célebre cowboy da BD italiana, que comemora 70 anos em 2018. Uma fantástica colecção com trabalhos de diversos autores estrangeiros, que será exposta em público pela primeira vez no Coimbra BD.
Manuel Morgado – desenhador português que fez a sua formação académica em Coimbra, na ARCA, Manuel Morgado vai expor originais do álbum Les Arcanes de la Lune Noire: Greldinard, que realizou para a editora francesa Dargaud, bem como de Dragomante, livro com argumento do escritor de fantasia, Filipe Faria, que será lançado durante o evento.
Homenagem a Fernando Relvas – Falecido em 2017, Fernando Relvas foi um dos mais importantes autores portugueses de BD do século XX e, por ocasião da próxima publicação em livro do Espião Acácio, o seu primeiro grande sucesso na revista Tintin, alguns dos seus trabalhos originais serão expostos pela primeira vez na nossa cidade (com a presença da viúva do autor).
André Lima Araújo: Man Plus – Exposição dedicada ao livro que assinala a estreia em Portugal de André Lima Araújo, desenhador português que tem publicado regularmente nas principais editoras americanas, como a Marvel e a Image.
- Arcindo Madeira, ilustração - referente à obra de Arcindo Madeira, ilustrador natural de Coimbra.

Autores Presentes:
Convidados internacionais
- Walter Venturi
- r.m. Guéra

Convidados Nacionais
- Manuel Morgado – Autor presente com exposição
- Filipe Faria – Escritor de fantasia, argumentista do livro Dragomante
- André Lima Araújo - Autor presente com exposição
- Ricardo Venâncio – Autor presente com o livro Hanuran, Prémio Melhor Desenho na Comic Con Portugal 2017, que esteve em exposição pela primeira vez na edição de 2017.
- Nina Govedarica – Viúva do autor Fernando Relvas

Programação paralela:
Exposição de ilustração Histórias por contar, de João Vaz de Carvalho, Galeria Pedro Olayo (filho) do Convento São Francisco, 3 de março a 8 de abril de 2018, de segunda-feira a domingo, 15h00 - 20h00.